Não sou loco mais, falo sozinho.
Muitas vezes me pego conversando comigo, o me danado ordem em voz alta, como se fosse outra pessoa, loucura!
Não sei, eu me acho normal.
Na verdade muitas pessoas fazem isso, acho normal, quando não é constante. Normalmente atribuem essa mania aos idosos. Particularmente, isso é visto como normalidade pois, quando lembramos de algo que esquecemos, imediatamente um alerta e sai imediatamente, uma expressão de nossa boca ...
Quando uma mulher vai se vestir ele fica mentalmente pensando essa roupa não esta boa, e se pergunta em um timbre de voz baixo, os homens então é “nossa que gostosa”. Quem esta, próximo pergunta, falou algo.
Pesquisa.
Quem nunca se pegou falando sozinho? Será que isso é “normal”? Na verdade, por que falamos sozinhos? "Crianças pequenas muitas vezes conduzem uma conversa com um amigo imaginário, ou um amigo de verdade que simplesmente não está ali no momento", disse Randy Engle, professor de psicologia da Georgia Institute of Technology. Ele afirma que isso é parte normal do desenvolvimento.
Quando adultos falam sozinhos, disse Engle, isso pode refletir uma doença mental, mas a maioria das pessoas o faz. Embora ele tenha dito não conhecer pesquisas abrangentes sobre o motivo, o professor sugeriu duas explicações. "Uma é que, quando estamos lendo algo complexo, verbalizar ajuda", disse ele, "pois, ao ouvi-lo, ouvir a linguagem, temos outras pistas para lembrar aquelas palavras exatas. Ouvir nossa própria memória auditiva interna, segundo se descobriu, ajuda bastante a entender uma frase especialmente complexa".
Uma segunda razão, disse ele, envolve algo chamado de memória prospectiva. "À medida que envelhecemos, nossa capacidade de lembrar-se de fazer coisas que pretendíamos fazer piora", disse ele. Como a fitinha no dedo, ouvir a nós mesmos falando sobre essas coisas podem nos ajudar a lembrar delas. Pode ser algo tão simples quanto falar sobre pegar as roupas na lavanderia, disse ele, mas é melhor guardar o truque para um plano importante que envolve quebra de rotina. "Se fizéssemos isso toda vez que quiséssemos nos lembrar de algo, não funcionaria", disse ele. "Uma coisa que sabemos sobre cognição é que ela funciona melhor com algo diferente ou novo".
Fonte: folha de São Paulo
Ou Site: http://www.jornaldosite.com.br/materias/pesquisa&tecnologia/anteriores/edicao146/pesquisa14605.htm

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